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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Bancos apostam em empréstimo por celular

Com uma demanda ainda mais tímida por crédito, os grandes bancos tentam deslanchar outros canais, principalmente, os aplicativos de celular para incentivar o crescimento dos empréstimos. Bradesco e Banco do Brasil miram neste ano ultrapassar R$ 1 bilhão cada um em recursos liberados por este meio. Embora o volume seja pequeno se comparado às carteiras de créditos de ambas as instituições, mostra o esforço dos players do varejo bancário em incentivar os meios digitais, reduzindo o contingente de pessoas nas agências e, ao mesmo tempo, aumentando a rentabilidade da operação.
No BB, os desembolsos de crédito por aplicativo de celular já somam R$ 450 milhões neste ano, montante acima do registrado em todo o exercício de 2014, que atingiu R$ 360 milhões. Ante 2013, o crescimento chega a 275%. Dos mais de R$ 1 bilhão estimados pelo BB neste ano, cerca de 40% devem ser consignado, ou seja, com desconto em folha de pagamento. Marco Antônio Mastroeni, diretor de Negócios Digitais do BB, disse ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que a contratação de crédito por celular tem muito espaço para crescer pelo fato de parte dos clientes ainda estar mais adaptada ao internet banking, um ambiente mais amigável e também consolidado.

Barreiras

Pesquisa feita pela CA Technologies, que fabrica soluções tecnológicas para a indústria bancária, mostra que ainda há uma lacuna entre a percepção do setor e os usuários dos aplicativos em relação ao quão bem os bancos atendem suas expectativas. No mundo financeiro, a diferença entre as duas avaliações chega a 15%.
Além disso, o principal canal de oferta de crédito ainda é a agência bancária. Na prática, porém, os bancos estão debruçados na transferência de diversos processos como pagamento de contas, crédito e outros para os canais digitais em um esforço de transformar a rede física em espaços de negócios, com um menor volume de clientes e caixas humanos, mas, em contrapartida, um maior retorno.
O Bradesco aposta em um modelo híbrido de atendimento, conforme Maurício Minas, vice-presidente executivo do banco. Segundo ele, o mundo físico e o digital têm de conviver. Atualmente, 11% dos 26,6 milhões de clientes do Bradesco são digitais e não vão mais às agências. Nos últimos dias, 1,4 milhão passaram a utilizar o aplicativo do banco.
A tendência, segundo Minas, é de crescimento de número de usuários e liberação de crédito pelo canal mobile, uma vez que à medida que o banco cruze informações do cliente pode sugerir produtos e serviços pelo aplicativo como, por exemplo, a troca de uma dívida por uma modalidade de empréstimo com taxas mais atrativas. Cerca de 92% das transações bancárias do Bradesco já ocorrem em canais digitais.
O BB espera migrar todos os seus clientes com renda acima de R$ 4 mil, um contingente de 5,7 milhões de clientes, até o final de 2016 para esses meios. Consultado, o Itaú Unibanco afirmou que não abre os números sobre crescimento nos empréstimos por smartphone. O banco traçou a meta ter 300 mil clientes digitais no Itaú Personnalité, clientes com renda acima de R$ 10 mil na grande São Paulo, e 1 milhão no segmento Uniclass, acima de R$ 5 mil, ao final deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Por Aline Bronzati - São Paulo
Via EmResumo.
FONTE(S)

Infográfico mostra quanto tempo brasileiros estão gastando em redes sociais

Você sabe dizer quanto tempo navegando pelas redes sociais? Pois certamente isso representa um período maior do que 15 minutos por dia, não é mesmo? De acordo com o infográfico da Agência Iinterativa, a média mensal de navegação entre os usuários brasileiros é de 9,7 horas — sendo que esse valor pode chegar a números muito maiores se levarmos em consideração os momentos em que os sites ficam em segundo plano.
E qual a importância das redes sociais no mercado brasileiro? Segundo a mesma fonte, 78% dos usuários de internet do Brasil possuem contas ativas nesses serviços. Levando em conta que 45% da população total do país tem acesso à internet, podemos concluir que 35% de todos os brasileiros são usuários de redes sociais — somente o Facebook conta com 58 milhões de cadastros por aqui.
Isso tudo e muito mais você confere no material que está no topo desta notícia. Como já dissemos, ele foi produzido pela Agência Iinterativa e pela Infobase (uma empresa especializada em TI). Você acha que o seu modo de utilização das redes sociais ajuda a elevar a média brasileira?

Pesquisa: saiba as diferenças entre homens e mulheres durante as compras



Não é novidade que homens e mulheres costumam ter hábitos diferentes. Porém, é interessante notar em quais pontos eles se diferenciam e entender o que é mais atraente para cada sexo na hora da compra. Por isso, a Ipsos fez um estudo em parceria com a Intel entrevistando mais de 3 mil consumidores e potenciais compradores de bens tecnológicos.
Um padrão encontrado foi a satisfação e a busca por gadgets que aliam desempenho e design. Por exemplo, 66% dos donos de ultrabooks estão satisfeitos com o computador atual, enquanto 62% dos usuários de all in one não pretendem trocar de PC tão cedo.
Sobre as mulheres, a pesquisa descobriu que elas focam em praticidade e facilidade, tanto que elas se mostraram muito mais atualizadas em ultrabooks, híbridos e computadores all in one do que os homens. O estudo ainda diz que elas acreditam que o "tudo em um" é mais importante como ferramenta de trabalho (47% das mulheres contra 34% dos homens), entretenimento (32% vs 24%) e também por deixar a vida mais fácil (49% vs 36%). As moças também costumam gastar 4% a mais neste nicho.

E os homens...

Já os homens mostraram que estão mais ligados e interessados nas novidades, como smartwatches (32% contra 25%) e smartbands (27% contra 21%). "O mercado de wearables de forma geral ainda é muito novo, e a maioria dos produtores dessas categorias ainda possuem um design muito mais próximo ao dos relógios masculinos", comenta Alan Markham, gerente de marketing da Intel.
Outro dado encontrado é que os homens gastam até 23% a mais que as mulheres em tablets, e 20% a mais em um novo smartphone, algo provavelmente diferente do que muitos de vocês pensavam.
No final das contas, a Intel comprovou, por meio da pesquisa, que os homens querem desempenho, produtividade e inovação. Já as mulheres, tecnologia de ponta para trabalhar e facilitar o dia a dia. 
FONTE(S)

Oficial: Nokia está voltando ao mercado de smartphones, mas não como antes


O atual CEO da Nokia, Rajeev Suri, deu uma entrevista ao site alemão Manager Magazin e comentou que a companhia já está planejando sua volta ao mercado de smartphones. Os impedimentos legais impostos à empresa valem até o final de 2016, e, ao que parece, Suri não quer perder tempo.
Não há exatamente um prazo para isso acontecer, mas considerando que a empresa já tem movido pauzinhos aqui e ali para tornar sua volta possível, isso não deve demorar. Um indicador é o fato de o tablet Nokia N1 já ter aparecido no mercado chinês. A Nokia ficou impedida de lançar celulares e smartphones com sua marca depois de vender sua divisão mobile para Microsoft. Tablets não entraram nesse acordo.

Só parcerias...

Suri deixou claro em sua entrevista ao Manager Magazin que a intenção da empresa não é construir os próprios aparelhos. A Nokia deve fazer parcerias com outras empresas dispostas a fabricar dispositivos com sua marca, mas ela deve interferir de alguma forma no design. “Nós vamos procurar parcerias adequadas...”, disse o CEO.
Basicamente, a nova Nokia vai ganhar dinheiro licenciando sua marca para companhias como a taiwanesa Foxconn, que ficou responsável pelo tablet N1 com Android na China. Suri não revelou se há algum plano futuro para voltar ao negócio de fabricação própria em algum momento no futuro.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Xiaomi Redmi 2 deve chegar ao Brasil com um preço matador

Em bora a Xiaomi só deva fazer sua estreia oficial no Brasil no dia 30 deste mês, a loja online Submarino deixou “escapar” antes da hora o preço de um dos produtos que a empresa vai trazer ao país. Equipado com uma tela de 4,7 polegadas (resolução 720p), Snapdragon 410 e 1 GB de memória RAM, o aparelho Xiaomi chega ao país por R$ 354,27.
Outras características do produto incluem o sistema Android 4.4 (KitKat), 8 GB de armazenamento interno (expansível com cartões microSD) e a tecnologia dual-SIM. Apesar das características do modelo não serem consideradas “top de linha”, seu valor atrativo deve ser responsável por atrair um número considerável de compradores.

Aparentemente ciente do problema que causou à Xiaomi, o Submarino já retirou a página de vendas do ar — o que não impediu que algumas pessoas já reservassem o produto. Embora haja chances de que o smartphone em questão sofra alterações de preço antes de seu lançamento oficial, tudo indica que o Moto E e o Zenfone 5 devem receber um concorrente perigoso no final deste mês.
Através de um comunicado publicado em sua página oficial no Facebook, a empresa afirmou que só deve comercializar produtos no Brasil a partir de seu site oficial. “Todos os produtos e valores, assim como formas de pagamento, serão informados no nosso evento de lançamento no dia 30 de junho”, afirmou a atualização — algo que traz certas suspeitas quanto à veracidade das informações liberadas acidentalmente pelo Submarino.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Chinesa Xiaomi desafia iPhone 6 Plus com novo Mi Note

Companhia já é a terceira maior fabricante de smartphones do mundo



A chinesa Xiaomi fixou seu lugar como terceira maior startup de tecnologia e fabricante de smartphones do mundo, com o lançamento do novo Mi Note, que concorrerá com o iPhone 6 Plus, da Apple.
O presidente-executivo Lei Jun apresentou o Mi Note em Pequim, descrevendo as características técnicas do telefone de tela grande com múltiplas comparações com seus equivalentes da Apple. Com o preço de 2.299 iuanes (371 dólares) para um modelo com 16 gigabytes de memória, o Mi Note será vendido por quase dois terços menos que o iPhone 6 Plus.
Apenas três anos depois de a Xiaomi vender seu primeiro smartphone, uma rodada de captação de 1,1 bilhão de dólares anunciada em dezembro avaliou a empresa em 45 bilhões de dólares. A companhia privada subiu para se tornar a terceira maior fabricante de smartphones do mundo e está desafiando Apple e Samsung Electronics, bem como rivais domésticos como Huawei Technologies.
A Xiaomi costuma se esforçar para minimizar as comparações com a Apple, embora seja comumente chamada de "Apple da China".
"O Mi Note é menor, mais fino e mais leve do que o iPhone", disse Lei à sua audiência de milhares de pessoas reunidas no norte da capital da China.
"A Xiaomi é uma empresa startup inovadora, com uma breve história", disse Lei. A empresa tem sido frequentemente criticada por supostamente copiar outras empresas de tecnologia, especialmente a Apple. "Em 10 anos, teremos dezenas de milhares de patentes."

Seis fatores que empreendedores devem evitar ao abrir uma empresa em 2015

Fatos ligados às incertezas com relação à política econômica do governo recém-empossado e o quadro de estagnação da economia pesaram negativamente sobre a criação de novas empresas durante o último mês de novembro



Com os ajustes que devem ser feitos este ano na economia brasileira e que impactarão na confiança dos pequenos e médios empresários, os empreendedores devem estar atentos a erros. O Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), divulgado pelo Insper em parceria com o Santander, apontou que a confiança do pequeno e médio empresário para o primeiro trimestre de 2015 atingiu 58,9 pontos, recuando 7,18% em relação ao trimestre anterior.
E a desconfiança já vem sendo motivo de desaceleração na abertura de novas empresas. O número de novas empresas caiu 9,2% em novembro em relação a outubro, pelo segundo mês consecutivo, para 145.048, de acordo com o ultimo dado revelado pela Serasa Experian. Segundo a entidade, fatos ligados às incertezas com relação à política econômica do governo recém-empossado e o quadro de estagnação da economia pesaram negativamente sobre a criação de novas empresas durante o último mês de novembro.
Observando esse cenário de descofiança dos empreendedores, a diretora de marketing e cofundadora da plataforma Nibo de gestão financeira para pequenas e médias empresas, Sabrina Gallier, listou seis dicas que todos os empreendedores precisam evitar ao abrir uma empresa em momentos econômicos como o atual:
1. Escolher mal os sócios
É extremamente saudável ter expertise diferente e áreas de atuação complementares. Estar perto de pessoas que discordam, ter outras experiências e vivências é fundamental para a troca de ideias e geração de soluções. O importante é estar alinhado estrategicamente, compartilhar das mesmas visões para a empresa, mas trazer outro ponto de vista para a discussão.
2. Ter uma equipe inadequada
Contratar é muito difícil. Demitir também. Mas insistir quando a contratação não dá certo é muito pior. Uma ideia não vale nada sem as pessoas certas para executá-la. Sem dúvida é uma frase clichê, mas pense que até contratando uma pessoa de sucesso, se colocada em um projeto errado, não irá deslanchar. Tem que ter um encaixe “mágico” em 3 pontos: no perfil da empresa, na vaga e no projeto adequado.
3. Ter um foco indefinido e amplo demais
Na ansiedade do sucesso, queremos abraçar o mundo. A curto prazo é muito tentador. Mas quem tudo faz, nada faz direito. Do ponto de vista de mercado, os clientes ficam confusos. Do ponto de vista competitivo, abre uma brecha para que concorrentes se especializem e sejam o melhor em um nicho. Foco significa saber o que fazer e o que não fazer.\
4. Focar demais em apresentações comerciais
Veja bem, qualquer empresa pode melhorar uma apresentação comercial em um dia. Mas nada consegue barrar um produto funcional. Deixe o powerpoint um pouco de lado e comece a demonstrar mais seu produto atual. Ajuste seu discurso para o que sua empresa possui e pode oferecer de verdade.
5. Evitar conflitos a todo custo
Não faça amizade, faça negócios. Acredite em números, projeções e resultados. Seja brutalmente honesto quando necessário e aja de forma correta com todos. Nada pior do que tentar camuflar alguma situação por medo de conflito.
6. Investir demais em desenvolvimento precoce
Imagine desenvolver um produto durante um ano e descobrir que não serve direito! Tente desenvolver apenas o essencial, uma versão simples e teste com vários públicos. Observe e volte para ajustar. Teste novamente. Esse é o princípio do Eric Ries, no livro Startup Enxuta, a bíblia das startups.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/seis-fatores-que-empreendedores-devem-evitar-ao-abrir-uma-empresa-em-2015/97161/