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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Chinesa Xiaomi desafia iPhone 6 Plus com novo Mi Note

Companhia já é a terceira maior fabricante de smartphones do mundo



A chinesa Xiaomi fixou seu lugar como terceira maior startup de tecnologia e fabricante de smartphones do mundo, com o lançamento do novo Mi Note, que concorrerá com o iPhone 6 Plus, da Apple.
O presidente-executivo Lei Jun apresentou o Mi Note em Pequim, descrevendo as características técnicas do telefone de tela grande com múltiplas comparações com seus equivalentes da Apple. Com o preço de 2.299 iuanes (371 dólares) para um modelo com 16 gigabytes de memória, o Mi Note será vendido por quase dois terços menos que o iPhone 6 Plus.
Apenas três anos depois de a Xiaomi vender seu primeiro smartphone, uma rodada de captação de 1,1 bilhão de dólares anunciada em dezembro avaliou a empresa em 45 bilhões de dólares. A companhia privada subiu para se tornar a terceira maior fabricante de smartphones do mundo e está desafiando Apple e Samsung Electronics, bem como rivais domésticos como Huawei Technologies.
A Xiaomi costuma se esforçar para minimizar as comparações com a Apple, embora seja comumente chamada de "Apple da China".
"O Mi Note é menor, mais fino e mais leve do que o iPhone", disse Lei à sua audiência de milhares de pessoas reunidas no norte da capital da China.
"A Xiaomi é uma empresa startup inovadora, com uma breve história", disse Lei. A empresa tem sido frequentemente criticada por supostamente copiar outras empresas de tecnologia, especialmente a Apple. "Em 10 anos, teremos dezenas de milhares de patentes."

Seis fatores que empreendedores devem evitar ao abrir uma empresa em 2015

Fatos ligados às incertezas com relação à política econômica do governo recém-empossado e o quadro de estagnação da economia pesaram negativamente sobre a criação de novas empresas durante o último mês de novembro



Com os ajustes que devem ser feitos este ano na economia brasileira e que impactarão na confiança dos pequenos e médios empresários, os empreendedores devem estar atentos a erros. O Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), divulgado pelo Insper em parceria com o Santander, apontou que a confiança do pequeno e médio empresário para o primeiro trimestre de 2015 atingiu 58,9 pontos, recuando 7,18% em relação ao trimestre anterior.
E a desconfiança já vem sendo motivo de desaceleração na abertura de novas empresas. O número de novas empresas caiu 9,2% em novembro em relação a outubro, pelo segundo mês consecutivo, para 145.048, de acordo com o ultimo dado revelado pela Serasa Experian. Segundo a entidade, fatos ligados às incertezas com relação à política econômica do governo recém-empossado e o quadro de estagnação da economia pesaram negativamente sobre a criação de novas empresas durante o último mês de novembro.
Observando esse cenário de descofiança dos empreendedores, a diretora de marketing e cofundadora da plataforma Nibo de gestão financeira para pequenas e médias empresas, Sabrina Gallier, listou seis dicas que todos os empreendedores precisam evitar ao abrir uma empresa em momentos econômicos como o atual:
1. Escolher mal os sócios
É extremamente saudável ter expertise diferente e áreas de atuação complementares. Estar perto de pessoas que discordam, ter outras experiências e vivências é fundamental para a troca de ideias e geração de soluções. O importante é estar alinhado estrategicamente, compartilhar das mesmas visões para a empresa, mas trazer outro ponto de vista para a discussão.
2. Ter uma equipe inadequada
Contratar é muito difícil. Demitir também. Mas insistir quando a contratação não dá certo é muito pior. Uma ideia não vale nada sem as pessoas certas para executá-la. Sem dúvida é uma frase clichê, mas pense que até contratando uma pessoa de sucesso, se colocada em um projeto errado, não irá deslanchar. Tem que ter um encaixe “mágico” em 3 pontos: no perfil da empresa, na vaga e no projeto adequado.
3. Ter um foco indefinido e amplo demais
Na ansiedade do sucesso, queremos abraçar o mundo. A curto prazo é muito tentador. Mas quem tudo faz, nada faz direito. Do ponto de vista de mercado, os clientes ficam confusos. Do ponto de vista competitivo, abre uma brecha para que concorrentes se especializem e sejam o melhor em um nicho. Foco significa saber o que fazer e o que não fazer.\
4. Focar demais em apresentações comerciais
Veja bem, qualquer empresa pode melhorar uma apresentação comercial em um dia. Mas nada consegue barrar um produto funcional. Deixe o powerpoint um pouco de lado e comece a demonstrar mais seu produto atual. Ajuste seu discurso para o que sua empresa possui e pode oferecer de verdade.
5. Evitar conflitos a todo custo
Não faça amizade, faça negócios. Acredite em números, projeções e resultados. Seja brutalmente honesto quando necessário e aja de forma correta com todos. Nada pior do que tentar camuflar alguma situação por medo de conflito.
6. Investir demais em desenvolvimento precoce
Imagine desenvolver um produto durante um ano e descobrir que não serve direito! Tente desenvolver apenas o essencial, uma versão simples e teste com vários públicos. Observe e volte para ajustar. Teste novamente. Esse é o princípio do Eric Ries, no livro Startup Enxuta, a bíblia das startups.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/seis-fatores-que-empreendedores-devem-evitar-ao-abrir-uma-empresa-em-2015/97161/